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Humores à altura de Neto de Moura.

por naomedeemouvidos, em 04.03.19

A inteligência associada ao sentido de humor costuma resultar em mixórdias explosivas, cujas ondas de choque chegam a cumprir mais serviço público do que todos os "dia-de” juntos, mesmo que aliados aos workshops mais estapafúdios, que é como quem diz, o de maquilhagem "p´rá juíza e p´ró juiz", como forma miserável de assinalar o dia da mulher, num ano que começa com mais de duas mãos cheias de mortas por violência doméstica e num país que – dizem – está na moda. Na verdade, vale mais um palhaço inteligente do que um saco de juízes muito doutos, que não é o mesmo que dizer muito dotados.

 

Esse senhor que diz que é juiz, para vergonha de uma classe inteira e mais uns quantos de nós, com mais classe ainda, meteu-se com o humorista errado. Isto, sim, é o que se chama pôr-se a jeito. Ofendido na sua honra – que deve ter a côr e a data do Código Penal de 1886 que o próprio tanto aprecia – o senhor Moura ameaça processar alguns dos que o criticaram pelo teor das considerações que tem deixado cair em alguns acórdãos dignos de sociedades que, em Portugal, estão extintas há algum tempo, pese embora a distracção e o infortúnio do pouco ilustre senhor.

 

Em defesa do colega, o presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses veio dizer que “um juiz também tem direitos, não é apenas um saco de pancada”, expressão admirável, que tem, pelo menos, o mérito de nunca poder ser considerada fora de contexto. Entre isto e as sessões de maquilhagem, venha um juiz e escolha.

 

Ricardo Araújo Pereira é um humorista brilhante. Mas é muito mais do que isso. Já há uns anos – num contexto completamente diferente – tinha mostrado o que vale quando se "pegou" com Odete Santos, no programa Dança Comigo. Ontem, na sua nova rubrica televisiva “Gente que Não Sabe Estar”, disse ao senhor Moura que, como diz o ditado, quem semeia ventos, colhe tempestades. E, às vezes, até o direito a um jogo em nome próprio.

publicado às 10:24



“Nada na vida deve ser temido; apenas compreendido.” Marie Curie.

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