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Instantes

por naomedeemouvidos, em 11.05.19

Natureza.PNG

Uma semana como outra qualquer. Em fotografias, por quem percebe do assunto.

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publicado às 15:08

Copos, dragões e coisas do género.

por naomedeemouvidos, em 11.05.19

GoT.PNG

Anda (ou andou) meio mundo (talvez mais) em alvoroço por causa de um copo deslocado numa cena da série que divide esse tal mundo de que se fala. Num tempo remoto, dizem que da Idade Média, mas, em que havia dragões que ajudavam a ganhar guerras – por um triz, que Jon Snow e Daenerys Targaryen (copiei, confesso...), aparentemente, percebem pouco do assunto –, nesse tempo, dizia, talvez se pudesse tomar café, eventualmente, mas nunca num copo da Starbucks. E a Internet não perdoou. Milhões de fãs a arfar, a cada madrugada de segunda-feira, à beira de um ataque de nervos, em agonia, à espera de mais um episódio dessa Guerra que dizem dos Tronos, mas que, pelo que percebi, é uma guerra só por um, e levam com um copo de café frio, mesmo ali no meio da mesa, num polistireno ranhoso, que, afinal, nem da Starbucks era, com uma inopiosa tampinha de plástico, e o mundo, ou parte dele, cheio de preocupações ambientais. Não se faz. A não ser que se fizesse mesmo, de propósito, a propósito, com proveito: 2,3 mil milhões de dólares para a coffe company, mais coisa, menos coisa. É certo que a HBO já corrigiu a mão, não a da rainha, mas a que lá deixou o copo. Editou e apagou. Como nas salas dos tribunais dos filmes americanos, quando um dos advogados solta uma insinuação fatal e, no rescaldo do esperado "objection!" do lado adversário, retira o que disse, sabendo que o que disse jamais poderá ser retirado. É o marketing. Nada estúpido.

 

Não perco horas de sono a pôr-me a par das aventuras daqueles reinos perdidos. Confesso, ainda assim, que vou vendo um ou outro episódio, quando calha. Já sei que, para os devotos, isso é um ultraje. Como é que se consegue assistir esporadicamente à Guerra dos Tronos?! Ou se vê, ou não se vê, ou se ama, ou se odeia! Até os jornais de referência se enchem de páginas das histórias assombrosas que povoam e encantam as paisagens dos sete reinos, com pré-avisos de spoilers em tudo quanto é subtítulo, não vá alguém ter perdido um episódio, uma cena, o copo que-não-era-da-Starbucks, e está o caldo entornado. Ou o café, melhor dizendo. De modo que, é possível que me excomunguem. Mas, em assim sendo, vou dizer o que mais me desgostou no último episódio de GoT (sim, apesar de não ser espectadora, ou espetadora, assídua, sei que podemos dizer, e escrever, assim). E, não, não vou fazer alertas dramáticos sobre spoilers. Ao contrário da série, não tenho um número de fãs que o justifique. Necessito, no entanto, de fazer um pequeno enquadramento. Ou dois. Primeiro, a série também passa no canal Syfy, para os (des)interessados que não têm Netflix e HBO (se era só essa a desculpa, é possível que já não haja). Segundo – e posso estar enganada, dadas as intermitências que já referi acima. Depois de ter visto tanta mulher afoita, intrépida, forte, implacável, entre as quais, Brienne se destacava como cavaleiro arrojado e altamente, mortalmente, eficiente, a quem se podia confiar qualquer tarefa que exigisse lealdade e bravura, é deprimente a cena em que a pobrezinha sucumbe, desolada, ao clássico pranto por ver partir o homem com quem, aparentemente, se deitou pela primeira vez. Que pena. Estava a correr tão bem. E o que dizer dos sussurros urdidos à laia de conspiração contra a bela Daenerys, afinal, uma mulher algo instável e sem o mesmo carisma de Jon Snow para conquistar os súbditos e ascender ao trono? Não era mais bonito ao contrário, para contrariar todos os estereótipos?

Talvez não ande a perder grande coisa…a continuar assim, ainda acabam a proibir a história, por sexista, como já fizeram a outros clássicos tóxicos, como o Capuchinho Vermelho, a Bela Adormecida, ou a Branca de Neve, lá por terras de Espanha. Enfim, nem bons ventos, nem bons casamento, nem maus contos de fadas (e, pelos vistos, nem boas traduções, ou dobragens; pode parecer, mas não é a mesma coisa).

 

 

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publicado às 08:30



“Nada na vida deve ser temido; apenas compreendido.” Marie Curie.

É só o que eu acho...

"A idade não traz só rugas e cabelos brancos." E, como digo ao meu filho, "Nem sempre, nem nunca."

Sou mulher, pelo que, metade(?) do mundo não me compreende. Tenho opinião sobre tudo e mais alguma coisa, pelo que, na maioria das vezes estou errada. E escrevo de acordo com a antiga ortografia, pelo que, não me dêem ouvidos...

Eu Sou Assim

Idade - Tem dias.

Estado Civil - Muito bem casada.

Cor preferida - Cor de burro quando foge.

O meu maior feito - O meu filho.

O que sou - Devo-o aos meus pais, que me ensinaram o que realmente importa.

Irmãos - Uma, que vale por muitas, e um sobrinho lindo.

Importante na vida - Saber vivê-la, junto dos amigos e da família.

Imprescindível na bagagem de férias - Livros.

Saúde - Um bem precioso.

Dinheiro - Para tratar com respeito.


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