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"Há uns anos, numa reunião em que participei, um antigo Procurador-geral da República (PGR) disse que um conhecido político lhe telefonou a sugerir que a procuradora que o andava a investigar tivesse um processo disciplinar e fosse “corrida”. Muitos anos depois, tinha esse político crescido em importância e responsabilidade, calhei a estar numa reunião com ele (e mais cinco pessoas). A certa altura, numa só frase, disse tudo. Para ilustrar a roda-livre que é o Ministério Público (MP), sob o embaraço do seu staff, contou que uma procuradora o tinha andado a incomodar com investigações descabidas e ligou ao PGR para a “castigar” (sic) mas ele não fez nada – sim caro leitor, isso mesmo, leu bem: um político, com a desfaçatez de achar isso normal, queria correr com a procuradora que o investigava. Não vale a pena dizer quem é o político. Os partidos não me interessam. O que me preocupa são certas concepções peculiares de democracia."

Manuel Soares, Presidente da Direcção da Associação Sindical dos Juízes Portugueses.

 

"Indo direito ao assunto: eu sou contra a independência e mesmo contra a autonomia funcional do Ministério Público. Assim mesmo, sem cerimónias nem paninhos quentes."

Miguel Sousa Tavares 

 

"O grande problema de Miguel Sousa Tavares não está nos argumentos que usa – está na sua total desadequação ao contexto que os rodeiam. Infelizmente, não é caso único."

João Miguel Tavares

 

Só para não me esquecer de cá voltar...

 

publicado às 13:26


“Nada na vida deve ser temido; apenas compreendido.” Marie Curie.

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