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De afectos, mas não só.

por naomedeemouvidos, em 18.10.17

Aqui me confesso: pertenço àquele grupo de pessoas que não aprecia mimos em demasia. Gosto de afectos em dose necessária, mas suficiente e não sei trocar piropos com classe. Muito menos, para cumprir calendário ou caderno de encargos.

De modo que, sempre tive simpatia por Marcelo Rebelo de Sousa, mas, tanto afecto, já me enjoava um pouco. Tenho alguma dificuldade em lidar com a generosidade pro-bono, como se não a merecesse, quando me toca, e achava que, talvez, o enorme afecto do Presidente da República pelos portugueses fosse algo inconsequente, para agradar a "gregos e a troianos".

Pois bem, mea culpa. Ontem, Marcelo Rebelo de Sousa disse o que tinha que ser dito. Provou estar à altura do cargo que exerce, ao contrário de outros.

"Eu não me envergonho de corrigir os meus erros e mudar de opinião, porque não me envergonho de raciocinar e aprender.", Alexandre Herculano.

publicado às 09:11


5 comentários

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De Maria a 18.10.2017 às 10:49

Concordo em absoluto!
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De naomedeemouvidos a 18.10.2017 às 11:11

Haja alguém com "eles" no sítio, para pôr os pontos nos is e, sobretudo, para nos (tentar) fazer acreditar que ainda somos um país a sério...

Um bom dia para ti!
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De David Marinho a 19.10.2017 às 03:20

O melhor Presidente desde há muitos anos.
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De naomedeemouvidos a 19.10.2017 às 13:39

Tendo a concordar. O cargo de Presidente da República foi completamente acessório e irrelevante durante o "reinado" de Aníbal Cavaco Silva...
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De David Marinho a 20.10.2017 às 00:53

Mas com esta compostura nunca conheci nenhum.

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“Nada na vida deve ser temido; apenas compreendido.” Marie Curie.

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