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Bem ou mal, tudo o que aqui está escrito é da autoria de naomedeemouvidos, salvo citações e/ou transcrições devidamente assinaladas, embora, alguns textos "EntreLetras" se baseiem em lendas ou histórias conhecidas.
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“Quem é que paga e quanto é que custa”, (ajudar a salvar uma vida), perguntou, insistentemente e em directo, o jornalista da Sic, Rodrigo Pratas, terça-feira à noite, ao Secretário de Estado da Protecção Civil, José Artur Neves. Face à manifesta falta de vontade e desconforto do visado em responder à questão, naquele contexto, o jornalista puxou da legitimidade daquela.
Os jornalistas têm o inequívoco e incontestável dever de interpelar o poder político, e outros, em relação a todos os temas que dizem respeito à gestão dos cargos exercidos, pagos com dinheiros públicos (de nós todos, portanto!) e, particularmente, no que se prende com gastos e custos, pois com certeza! E, claro, o nosso direito à informação plena e detalhada não deve compadecer-se com incómodos dos interpelados, ora essa! A pergunta é, por isso, legítima. E oportuna, é? Naquele dia?
Teria adorado ver tanta assertividade, tanta transparência e firmeza, por parte da imprensa, em geral, e dos jornalistas, em particular, nas várias entrevistas a tipos como Ricardo Salgado, Zeinal Bava, Henrique Granadeiro, António Mexia e tantos outros que por aí pululam, onde a legitimidade de perguntar e o direito à informação esbarram, tantas vezes, com a deferência patética e a quase vassalagem a quem se julga à margem do justo escrutínio…Talvez, Rodrigo Pratas ainda não tenha tido essa oportunidade.
Idade - Tem dias.
Estado Civil - Muito bem casada.
Cor preferida - Cor de burro quando foge.
O meu maior feito - O meu filho.
O que sou - Devo-o aos meus pais, que me ensinaram o que realmente importa.
Irmãos - Uma, que vale por muitas, e um sobrinho lindo.
Importante na vida - Saber vivê-la, junto dos amigos e da família.
Imprescindível na bagagem de férias - Livros.
Saúde - Um bem precioso.
Dinheiro - Para tratar com respeito.
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