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Bem ou mal, tudo o que aqui está escrito é da autoria de naomedeemouvidos, salvo citações e/ou transcrições devidamente assinaladas, embora, alguns textos "EntreLetras" se baseiem em lendas ou histórias conhecidas.
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Não sei como olhar para esta (outra) imagem Não sei como deixar de olhar para ela. Sinto-me miserável de qualquer das maneiras.
Há poucos dias, assinalou-se o Dia Mundial do Refugiado, e há um português acusado de auxílio à imigração ilegal.
“Quando vejo uma pessoa a morrer afogada não lhe pergunto se tem passaporte. Tiro-a da água”.
Daqui a outros tantos dias, é possível que já poucos se lembrem do que quer que seja disto. Até surgir outra fotografia para nos atirar com o privilégio que é não sermos nós, nem os nossos, a cruzar fronteiras arriscando a vida. Nem sequer os pobres são todos iguais.
Idade - Tem dias.
Estado Civil - Muito bem casada.
Cor preferida - Cor de burro quando foge.
O meu maior feito - O meu filho.
O que sou - Devo-o aos meus pais, que me ensinaram o que realmente importa.
Irmãos - Uma, que vale por muitas, e um sobrinho lindo.
Importante na vida - Saber vivê-la, junto dos amigos e da família.
Imprescindível na bagagem de férias - Livros.
Saúde - Um bem precioso.
Dinheiro - Para tratar com respeito.
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