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Sobre tecnologias...

...e os novos velhos do Restelo.

por naomedeemouvidos, em 16.11.19

 

 

Ando um pouco curta de opiniões publicadas. Não porque me escasseiem os achismos diários. Tenho-os em catadupa, muitas vezes, ansiosa e tresloucadamente, como os restantes mortais. Simplesmente, tem-me faltado tempo, paciência e engenho para apanhar os cacos com que se faz o alarido mediático e imediato de todos os novos dias e convertê-los em coisas escritas que façam algum sentido. Pelo menos, para mim. Antes de mais, para mim. Agradeço a todos os que perdem algum do seu tempo a ler o que escrevinho, mas, receio sempre que me levem demasiado a sério. Escrevo, essencialmente, porque me apetece. Foi para isso que criei este blogue, e não para educar, informar, influenciar, ou qualquer outra coisa igualmente séria. Eu sei que se percebe, mas, pelo que tenho visto e ouvido, nunca é demais recordá-lo.

 

Ainda assim (ou, por isso mesmo), se, por vezes, posso partilhar algo que encontra eco desse lado, seja qual for o tema (ou, se calhar, não), goste-se ou não, concorde-se ou não, não quero deixar de o fazer. Ainda não. E, como, recorrentemente, se fala da maldição das tecnologias, do seu uso e abuso, da forma como nos deixamos influenciar e manipular, por mais atentos e informados, e de como o problema não está exactamente na (ben)dita tecnologia e na sua estrondosa capacidade de abrir caminhos, não só desconhecidos, mas, de outra forma interditos a uma fatia considerável da população, hei-de vir aqui falar da nova série documental baseada em algumas reportagens do jornal norte-americano The New York Times que o canal Odisseia estreou na passada terça-feira. Já vi o primeiro episódio, “A Toca do Coelho”. 

publicado às 12:36



“Nada na vida deve ser temido; apenas compreendido.” Marie Curie.

Sou mulher, pelo que, metade(?) do mundo não me compreende. Tenho opinião sobre tudo e mais alguma coisa, pelo que, na maioria das vezes estou errada. E escrevo de acordo com a antiga ortografia, pelo que, não me dêem ouvidos...

Eu Sou Assim

Idade - Tem dias.

Estado Civil - Muito bem casada.

Cor preferida - Cor de burro quando foge.

O meu maior feito - O meu filho.

O que sou - Devo-o aos meus pais, que me ensinaram o que realmente importa.

Irmãos - Uma, que vale por muitas, e um sobrinho lindo.

Importante na vida - Saber vivê-la, junto dos amigos e da família.

Imprescindível na bagagem de férias - Livros.

Saúde - Um bem precioso.

Dinheiro - Para tratar com respeito.


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