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Sou "cidadão", e depois?

por naomedeemouvidos, em 31.01.19

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aqui

 

 

“A todos são reconhecidos os direitos à identidade pessoal, ao desenvolvimento da personalidade, à capacidade civil, à cidadania, ao bom nome e reputação, à imagem, à palavra, à reserva da intimidade da vida privada e familiar e à protecção legal contra quaisquer formas de discriminação.”

 

    Na Constituição da República Portuguesa, a cidadania surge como um direito. Raramente encaramos a cidadania como um dever. Talvez por isso, não a vivamos de forma plena. A nossa cidadania. Não nos metemos em política, nem na vida dos outros. A maior parte das vezes, só queremos que não nos macem. Pagamos os nossos impostos, cumprimos um conjunto seguro de regras, das sociais e às da legalidade, e, alguns, exercemos o direito de voto, mesmo que já não sejamos capazes de reconhecer alguém a quem confiar a nossa esperança. Resignados, vamos dando de ombros, como se não tivéssemos qualquer outra palavra a dizer. Talvez, um resmungo, numa conversa de café. Inconsequente. Um desabafo que não se leva demasiado a sério, ou, pelo menos, não durante o tempo suficiente para fazer a diferença.

    É verdade, não teremos todos a mesma apetência, paciência, o engenho ou a arte, para participar na construção de um país melhor, para contribuir mais e exigir mais de quem tem o poder de decidir por nós. Mas, é possível que a maior ameaça à nossa democracia seja essa manifesta indiferença, o crescente divórcio entre o cidadão e o seu Estado, com responsabilidades de ambas as partes. O menosprezo com que encaramos o exercício da cidadania representa um perigo à espreita, oportunista, de que nem sempre estaremos conscientes. Seja por ignorância ou por comodismo. Será que não podemos, não deveremos, como cidadãos, fazer mais? Conhecer, de forma profunda, a dimensão e o alcance dos nossos direitos, é capaz de ser um bom ponto de partida. Na verdade, o que sabemos, exactamente, sobre a forma como podemos exercer, plenamente, o direito à nossa cidadania?

A discussão acontece no sítio do costume:

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publicado às 08:30



“Nada na vida deve ser temido; apenas compreendido.” Marie Curie.

É só o que eu acho...

"A idade não traz só rugas e cabelos brancos." E, como digo ao meu filho, "Nem sempre, nem nunca."

Sou mulher, pelo que, metade(?) do mundo não me compreende. Tenho opinião sobre tudo e mais alguma coisa, pelo que, na maioria das vezes estou errada. E escrevo de acordo com a antiga ortografia, pelo que, não me dêem ouvidos...

Eu Sou Assim

Idade - Tem dias.

Estado Civil - Muito bem casada.

Cor preferida - Cor de burro quando foge.

O meu maior feito - O meu filho.

O que sou - Devo-o aos meus pais, que me ensinaram o que realmente importa.

Irmãos - Uma, que vale por muitas, e um sobrinho lindo.

Importante na vida - Saber vivê-la, junto dos amigos e da família.

Imprescindível na bagagem de férias - Livros.

Saúde - Um bem precioso.

Dinheiro - Para tratar com respeito.


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