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naomedeemouvidos

Sou mulher, pelo que, metade(?) do mundo não me compreende. Tenho opinião sobre tudo e mais alguma coisa, pelo que, na maioria das vezes estou errada. E escrevo de acordo com a antiga ortografia, pelo que, não me dêem ouvidos..

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Sou mulher, pelo que, metade(?) do mundo não me compreende. Tenho opinião sobre tudo e mais alguma coisa, pelo que, na maioria das vezes estou errada. E escrevo de acordo com a antiga ortografia, pelo que, não me dêem ouvidos..

15.Nov.17

"The handmaid´s tale": ficção ou possível realidade?

naomedeemouvidos
Acabei de ler esse (dizem que) profético romance da escritora canadiana Margaret Atwood. “The handmaid´s tale” (em português, O Diário de uma Serva, ou a História de uma Serva), escrito há, qualquer coisa como, 30 anos relata a história de uma Serva, que veste de vermelho, cuja identidade violentamente arrancada e descartável se traduz apenas por um “De”, de posse, seguido do nome próprio do seu dono e senhor, marcada como gado fértil para fins reprodutores das casas mais (...)
16.Jul.17

Ken Follett

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“Os Pilares da Terra”, “Um Mundo Sem Fim”, “A Queda dos Gigantes”, “O Inverno do Mundo” e “No Limiar da Eternidade”. Magnífico. Im-per-dí-vel!
16.Jul.17

José Saramago

naomedeemouvidos
Leio (ou li, melhor dizendo) tudo, praticamente, de José Saramago. Desde os tempos do “Memorial Convento”, que não me custou assim tanto. Sempre achei fascinante como José Saramago consegue, conseguia, do aparente "nada" construir narrativas arrebatadoras. O meu livro preferido é o “Ensaio Sobre a Cegueira”. E a “Caverna”. E “As Intermitências da Morte”. E “Caim”. E “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”, cuja leitura tive que reiniciar umas quantas vezes até me (...)
16.Jul.17

Guerras Sujas, Jeremy Scahill

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“Guerras Sujas” é um murro no estômago. Imagino que não haja “guerras limpas” e suponho que seja ingénuo pensar que as nações e os políticos pensam, verdadeiramente, em servir os seus semelhantes…
16.Jul.17

Os Maias, Eça de Queirós

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Periodicamente, releio "Os Maias". É assim como uma espécie de penitência por ter odiado a obra (como 99,99% dos adolescentes...) quando fui obrigada a lê-la, nos tempos de escola. "Odiado" é capaz de não ser bem o termo, mas, na altura, três páginas de descrição do "Ramalhete" era mais do que o meu ânimo podia suportar. Mas é uma “penitência” cumprida com um enorme prazer, por isso, se calhar não vale. Agora, perco-me naquela casa. Se fechar os olhos, sou capaz de ver (...)