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Bem ou mal, tudo o que aqui está escrito é da autoria de naomedeemouvidos, salvo citações e/ou transcrições devidamente assinaladas, embora, alguns textos "EntreLetras" se baseiem em lendas ou histórias conhecidas.
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"O que se passa em Hong Kong"? Era o que eu pretendia colocar em título, até perceber que, obviamente, outros mais competentes já o tinham feito. É a pergunta inevitável, evidente, face à escalada de acontecimentos naquele território.
As últimas notícias dão conta de que, em Hong Kong, a polícia prendeu “três figuras-chave dos movimentos pró-democracia”. O que começou com protestos contra a aprovação de uma lei que viria a possibilitar a extradição para a “China continental” – e aí serem julgados – “suspeitos de qualquer crime”, transformou-se num movimento com uma agenda mais urgente, que, segundo leio, sustenta cinco exigências claras: "a retirada da lei da extradição", uma vez que tal lei, devido à dimensão dos protestos, foi apenas suspensa; "que o governo de Hong Kong se retracte de ter descrito as manifestações como um “motim”; que sejam retiradas as acusações contra os manifestantes; que seja lançada uma investigação sobre o uso de força durante os protestos; e o “sufrágio universal”, que permita aos eleitores de Hong Kong eleger directamente os seus líderes, ao contrário do processo actual, que implica o envolvimento de Pequim."
A resposta que a polícia tem dado às manifestações, os actos de vandalismo por parte de alguns manifestantes, o ataque numa estação de comboio, as manifestações junto ao aeroporto, a entoação provocatória de “Do you hear the people sing?”, a não demissão da chefe do executivo de Hong Kong e o apoio do Governo de Pequim à sua manutenção no cargo aliado à ameaça do recurso à força militar como estratégia de repor a ordem a pedido expresso de Carrie Lam, o receio de que os dois sistemas se fundam - ou não, de acordo com o lado adequado da luta - num (naquele, em particular) só país têm agigantado o conflito entre as partes, que culminou, então, com a prisão dos rostos mais visíveis do movimento. Resta saber como vai acabar. Da China, de Pequim, talvez seja fácil imaginar qual seja exactamente a pretensão.
Idade - Tem dias.
Estado Civil - Muito bem casada.
Cor preferida - Cor de burro quando foge.
O meu maior feito - O meu filho.
O que sou - Devo-o aos meus pais, que me ensinaram o que realmente importa.
Irmãos - Uma, que vale por muitas, e um sobrinho lindo.
Importante na vida - Saber vivê-la, junto dos amigos e da família.
Imprescindível na bagagem de férias - Livros.
Saúde - Um bem precioso.
Dinheiro - Para tratar com respeito.
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